Um parecer do Instituto Hidrográfico não confirma a existência de uma
pirâmide subaquática ao largo da ilha Terceira, supostamente descoberta
por um velejador local
Virgílio Azevedo
19:35 Sexta feira, 4 de outubro de 2013
Não é possível "confirmar a existência de tal figura geométrica, com a forma e dimensão divulgada, registando-se apenas uma elevação submarina semelhante a outras elevações detetadas no Banco D. João de Castro", afirma um parecer do Instituto Hidrográfico sobre a suposta pirâmide subaquática descoberta nos Açores.
A construção piramidal, cujos vértices teriam a mesma orientação norte-sul das pirâmides de Gizé, mediria 60 metros de altura e a base estaria a 100 metros de profundidade. Foi detetada recentemente ao largo da ilha Terceira por um velejador local, Diocleciano Silva, através de um GPS com um programa de cartografia de baixa resolução dos fundos marinhos.
A Secretaria Regional da Educação, Ciência e Cultura, resolveu pedir ajuda à Marinha para desvendar o mistério. O Instituto Hidrográfico (IH) realizou então uma análise aos dados de profundidade existentes relativos à área, obtidos num levantamento hidrográfico realizado em 2009 com equipamentos de alta definição.
No parecer agora tornado público, o Instituto Hidrográfico afirma que "nos modelos batimétricos gerados não é visível qualquer estrutura com a profundidade mínima de 40 metros, registando-se nessa posição profundidades da ordem dos 540 metros". (ver video ).
O Instituto Hidrográfico é o órgão da Marinha responsável pela produção da cartografia hidrográfica do território nacional, tendo como atribuição a execução dos levantamentos batimétricos dos espaços marítimos sob soberania ou jurisdição nacional para a manutenção e atualização das cartas náuticas.
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domingo, 2 de fevereiro de 2014
terça-feira, 24 de setembro de 2013
Pirâmide subaquática nos Açores
Meninas e meninos, prestem atenção.
Aquelas linhas toscas chamam-se curvas de nível.
Há quem lhes chame projecções cotadas.
Aquelas linhas toscas chamam-se curvas de nível.
Há quem lhes chame projecções cotadas.
Representam os contornos de fatias horizontais de um terreno, cada uma a uma determinada cota. Em terrenos naturais essas linhas são geralmente curvas.
Num mapa desenhado à mão são curvilíneas.
As da imagem naquele monitorzeco, por razões de simplificação gráfica ou de limitação informática, não são curvas porque são compostas por segmentos de recta grosseiros como se pode ver por toda a extensão da imagem em redor.
Quando apanham saliências ou protuberâncias pontuais no terreno (o cone de um vulcão submerso, por exemplo) o que deviam ser curvas concêntricas adoptam naquele material limitado o aspecto recticulado.
Será apenas isso.
Lamento mas ainda não foi desta que descobriram a Atlântida ou ETs escondidos debaixo de água.
O vídeo --> http://videos.sapo.pt/9j3fd6z5h8cVMiBr5sUa
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